quinta-feira, 18 de julho de 2013

Anjos - o segredo de Judith - Wudson Silva


Livro autografado enviado pelo autor 

Galera ganhei esse livro autografado do autor, e como não podia deixar de ser eu li e resolvi compartilhar com vocês a minha opinião.


Sinopse:

Isaias é um policial mal-humorado que exerce seu trabalho sem maiores percalços na apática Rio Vermelho, pequena cidade do interior de Minas Gerais. Mas sua rotina se transforma quando, em certa manhã, é encontrado no quintal da casa paroquial o corpo da jovem Judith. A investigação mal sucedida leva à solicitação de auxílio de um detetive da capital. Clóvis, o detetive recém-chegado, exibia um estranho movimento no olhar e uma capacidade extraordinária e inacreditável: ele lia os pensamentos alheios. Pelo delegado, Isaías soube que o detetive fazia isso dialogando com anjos. A investigação ia ficando a cada dia mais instigante. Mas Isaías intrigava-se com dificuldade de Clóvis em desvendar o crime, afinal, não lhe bastaria perguntar e observar os anjos próximos dos suspeitos? Assim que Isaias compreende como o detetive Clóvis visualiza o mundo através dos anjos e como esses influenciam os seres humanos, descobriu não só o segredo de Judith, mas viu mudar por completo sua vida e seu destino.


Minha opinião:
O livro baseia-se em um romance policial, onde o detetive tem o poder de conversar com os anjos. Envolve dois personagens principais e a morte de uma jovem catequista.
É envolvente,  misterioso e muito instigante, eu gostei, o dialogo é simples e bem feito o escritor tem a capacidade de nos envolver na história, eu no inicio realmente odiava o policial Isaias é um cara irritadiço e só reclamar de tudo, ele tem qua acompanhar o detetive Clóvis em uma investigação que tem data para terminar,  pouco a pouco você vai conhecendo melhor os personagens e aprendendo a gostar deles.

Eu recomendo a leitura.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Florbela Espanca

Quando estava no colegial me apaixonei por poemas e poesias, gostava muito dos autores Nacionais, tinha uma garota que estudava na minha classe que se chamava Maristela, ela assim como eu era apaixonada por poesia, lembro que a primeira vez que ouvi falar de Florbela Espanca era porque ela estava rabiscando um de seus poemas em seu caderno e me passou o nome da escritora, comecei a pesquisar mais sobre a vida dela, e descobri muito em comum entre eu e seus poemas, essa poetisa é uma verdadeira fonte de inspiração pra mim, vou falar um pouco sobre ela, e postar abaixo o primeiro poema dela que eu conheci.


Florbela Espanca
Poetisa portuguesa, natural de Vila Viçosa (Alentejo). Nasceu filha ilegítima de João Maria Espanca e de Antónia da Conceição Lobo, criada de servir (como se dizia na época), que morreu com apenas 36 anos, «de uma doença que ninguém entendeu», mas que veio designada na certidão de óbito como nevrose. Registada como filha de pai incógnito, foi todavia educada pelo pai e pela madrasta, Mariana Espanca, em Vila Viçosa, tal como seu irmão de sangue, Apeles Espanca, nascido em 1897 e registado da mesma maneira. Note-se como curiosidade que o pai, que sempre a acompanhou, só 19 anos após a morte da poetisa, por altura da inauguração do seu busto, em Évora, e por insistência de um grupo de florbelianos, a perfilhou.
Estudou no liceu de Évora, mas só depois do seu casamento (1913) com Alberto Moutinho concluiu, em 1917, a secção de Letras do Curso dos Liceus. Em Outubro desse mesmo ano matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, que passou a frequentar. Na capital, contactou com outros poetas da época e com o grupo de mulheres escritoras que então procurava impor-se. Colaborou em jornais e revistas, entre os quais o Portugal Feminino. Em 1919, quando frequentava o terceiro ano de Direito, publicou a sua primeira obra poética, Livro de Mágoas. Em 1921, divorciou-se de Alberto Moutinho, de quem vivia separada havia alguns anos, e voltou a casar, no Porto, com o oficial de artilharia António Guimarães. Nesse ano também o seu pai se divorciou, para casar, no ano seguinte, com Henriqueta Almeida. Em 1923, publicou o Livro de Sóror Saudade. Em 1925, Florbela casou-se, pela terceira vez, com o médico Mário Laje, em Matosinhos.
Os casamentos falhados, assim como as desilusões amorosas, em geral, e a morte do irmão, Apeles Espanca (a quem Florbela estava ligada por fortes laços afectivos), num acidente com o avião que tripulava sobre o rio Tejo, em 1927, marcaram profundamente a sua vida e obra. Em Dezembro de 1930, agravados os problemas de saúde, sobretudo de ordem psicológica, Florbela morreu em Matosinhos, tendo sido apresentada como causa da morte, oficialmente, um «edema pulmonar».
Postumamente foram publicadas as obras Charneca em Flor (1930), Cartas de Florbela Espanca, por Guido Battelli (1930), Juvenília (1930), As Marcas do Destino (1931, contos), Cartas de Florbela Espanca, por Azinhal Botelho e José Emídio Amaro (1949) e Diário do Último Ano Seguido De Um Poema Sem Título, com prefácio de Natália Correia (1981). O livro de contos Dominó Preto ou Dominó Negro, várias vezes anunciado (1931, 1967), seria publicado em 1982.
A poesia de Florbela caracteriza-se pela recorrência dos temas do sofrimento, da solidão, do desencanto, aliados a uma imensa ternura e a um desejo de felicidade e plenitude que só poderão ser alcançados no absoluto, no infinito. A veemência passional da sua linguagem, marcadamente pessoal, centrada nas suas próprias frustrações e anseios, é de um sensualismo muitas vezes erótico. Simultaneamente, a paisagem da charneca alentejana está presente em muitas das suas imagens e poemas, transbordando a convulsão interior da poetisa para a natureza.
Florbela Espanca não se ligou claramente a qualquer movimento literário. Está mais perto do neo-romantismo e de certos poetas de fim-de-século, portugueses e estrangeiros, que da revolução dos modernistas, a que foi alheia. Pelo carácter confessional, sentimental, da sua poesia, segue a linha de António Nobre, facto reconhecido pela poetisa. Por outro lado, a técnica do soneto, que a celebrizou, é, sobretudo, influência de Antero de Quental e, mais longinquamente, de Camões.
Poetisa de excessos, cultivou exacerbadamente a paixão, com voz marcadamente feminina (em que alguns críticos encontram dom-joanismo no feminino). A sua poesia, mesmo pecando por vezes por algum convencionalismo, tem suscitado interesse contínuo de leitores e investigadores. É tida como a grande figura feminina das primeiras décadas da literatura portuguesa do século XX.
***
Esse foi o primeiro poema dela que eu li.

Eu ...

Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho,e desta sorte
Sou a crucificada ... a dolorida ...

Sombra de névoa tênue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!...

Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chamam triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber porquê...

Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver,
E que nunca na vida me encontrou!

"Florbela Espanca"

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Babbity, a coelha e o toco que cacarejava J.K.Rowling


Há muito tempo atrás, numa terra distante, um ambicioso e “tolo rei” decide querer manter toda a magia na sua única posse. No entanto, ele tem dois problemas: primeiro, precisa eliminar todos os bruxos e bruxas existentes; segundo, precisa na verdade de aprender magia. Ao mesmo tempo que forma uma “Brigada de Caçadores de Bruxas” possuidora de ferozes cães negros, também ele anuncia a necessidade de um “Instrutor de Magia”. Experientes bruxos e bruxas se escondem em vez de atender à sua chamada, mas um “esperto charlatão”, sem nenhuma habilidade mágica, mente e consegue o “emprego” com uns poucos e simples truques.
Uma vez instalado como bruxo chefe e instrutor particular do Rei, o charlatão demanda ouro para suprimentos mágicos, rubis para criar feitiços e copos de prata para poções. O charlatão guarda esses itens em sua casa antes de retornar ao palácio, mas este não se apercebe que a velha “lavadeira” do rei, Babbitty, o vê. Ela observa-o a tirar um galho de uma árvore que então apresenta ao rei como sendo uma varinha. Esperto como ele é, o charlatão diz ao Rei que essa varinha não funcionará até que “Sua Majestade a mereça”.


Todos os dias o Rei e o charlatão praticam sua suposta “magia”, mas numa manhã o rei e o charlatão ouvem uma risada, e vêem Babbitty assistindo de dentro da sua casinha, rindo tanto que mal se consegue manter de pé. O humilhado Rei fica furioso e impaciente, ordenando então, que eles deem uma demonstração real de magia em frente do povo no dia seguinte. O desesperado charlatão diz que é impossível já que ele precisa partir do Reino em uma longa jornada, mas o agora duvidoso Rei ameaça mandar a Brigada atrás dele. Estando furioso, o Rei também ordena que se “alguém rir de mim”, o charlatão será decapitado. Então, nosso tolo e ambicioso Rei sem magia revela-se também ser orgulhoso e piedosamente inseguro – mesmo nesses curtos, simples contos, Rowling é capaz de criar complexos e interessantes personagens.


Tentando “descarregar” a sua frustração e raiva, o esperto charlatão vai direito à casa de Babbitty. Espreitando pela janela, ele vê uma “pequena e velha mulher” sentada numa cadeira, ao pé de uma mesa limpando sua varinha, conforme os lençóis “limpam-se sozinho” num balde. Vendo que ela é uma verdadeira bruxa, e ambos a fonte e a solução para seus problemas, ele pede a Babbitty que o ajude, ou ele a denunciará junto da Brigada. Tranquila com as ordens dele, Babbitty sorri e concorda em fazer “o que seu poder permitir” para. O charlatão diz-lhe para se esconder num arbusto e conjurar todos os feitiços para o Rei. Babbitty concorda, mas questiona o que acontecerá se o Rei tentar fazer um feitiço impossível. O charlatão, sempre convencido de sua esperteza e da burrice dos outros, ri das preocupações dela, afirmando que a magia de Babbitty é certamente mais poderosa do que qualquer coisa que “a imaginação daquele tolo” possa sonhar.


Na manhã seguinte, os membros da corte se reúnem para testemunhar a magia do Rei. Num palco, o Rei e o charlatão realizam seu primeiro ato mágico – fazer o chapéu de uma mulher desaparecer. A multidão está maravilhada e impressionada, nunca adivinhando que é Babbitty, escondida num arbusto, que realiza o feitiço. Para o próximo feito, o Rei aponta seu “galho” para um cavalo, erguendo-o no ar. Procurando ao redor uma ideia ainda melhor para o terceiro feitiço, o Rei é interrompido pelo Capitão da Brigada, que segura o corpo de um dos cães de caça do rei. Ele implora que o Rei traga o cão “de volta à vida”, mas quando o Rei aponta sua varinha ao cão, nada acontece. Babbitty sorri em seu esconderijo, nem mesmo tentando realizar o feitiço, pois ela sabe que “magia não pode ressuscitar os vivos” . A multidão começa a rir, suspeitando que os primeiros dois feitiços tivessem sido apenas truques.


O Rei fica furioso, e quando ele ordena saber por quê o feitiço falhou, o esperto e enganador charlatão aponta para o esconderijo de Babbitty e grita que aquela “bruxa má” está a bloquear os feitiços do rei. Babbitty corre do arbusto, e quando os Caçadores de Bruxas mandam os cães de caça atrás dela, ela desaparece, deixando os cães “a latir e a lutar” na base de uma velha árvore. Desesperado agora, o charlatão grita que a bruxa se transformou em uma “maça ácida” (o que mesmo nesse tenso e dramático ponto gera um riso). Temendo que Babbitty se transformasse de volta em uma mulher e o expusesse, o charlatão ordena que a árvore seja cortada – porque é assim que se “tratam bruxas más”.


A árvore é derrubada, mas conforme a multidão comemora e volta para o palácio, uma “alta gargalhada” é ouvida, desta vez de dentro do tronco. Babbitty, inteligente como é, grita que bruxos e bruxas não podem ser mortos “cortados pela metade”, e para provar isso, ela sugere que cortem o instrutor do rei “em dois”. Nisso, o charlatão implora por piedade e confessa. Ele é arrastado para a masmorra, mas Babbitty não terminou com o tolo do rei. A sua voz, ainda a sair do tronco, proclama que as ações do Rei invocaram uma maldição no reino, e cada vez que ele causar danos a um bruxo ou bruxa ele também sentirá uma dor tão cruel que desejará “morrer por isso”. O Rei, agora desesperado, cai de joelhos e jura proteger todas as bruxas e bruxos de suas terras, permitindo-os fazer magia sem danos.


Feliz, mas não completamente satisfeito, o toco cacareja novamente e ordena que uma estátua de Babbitty seja colocada sob ele para lembrar o rei de sua “própria tolice”. O “envergonhado Rei” promete que um escultor criará uma estátua de ouro, e volta para o palácio com sua corte. No fim, uma “gorda e velha coelha” com uma varinha presa aos dentes sai do buraco abaixo do tronco e deixa o reino. A estátua de ouro permaneceu no toco para sempre, e bruxos e bruxas nunca mais foram caçados no reino novamente.

A fonte da justa fortuna J.K.Rowling


Existe um jardim encantado, fechado e protegido por "magia poderosa". Uma vez por ano, alguém com azar tem a oportunidade de entrar e tomar um banho na Fonte para conseguir "a justa fortuna para sempre". Conscientes do muito que pode ajudar, gente desgraçada (com e sem poderes) aglomera-se nas periferias do jardim no dia mais longo do ano. Três bruxas conhecem-se e contam as suas lamentáveis histórias.
A primeira, Asha, tem "uma doença que nenhum curandeiro pode curar". Confia em que a Fonte possa devolver-lhe a saúde.
A segunda é Altheda, que foi roubada e humilhada por um feiticeiro. Espera que a Fonte tire os seus sentimentos de inútil e a pobreza.
A terceira bruxa é Amata, que foi abandonada pelo seu amado e deseja que a Fonte cure a sua "dor e solidão".Quem das três deve ganhar?


Sem querer competir, decidem unir os seus esforços para entrar todas no jardim e tomar um banho na Fonte. Então, umas enredadeias saem do jardim e cobrem a Asha, a primeira bruxa. Ela agarra Altheda, que também segura Amata. Mas Amata abraça a armadura de um cavaleiro e os quatro entram no jardim. Uma vez que apenas um poderá tomar banho na Fonte, as duas primeiras bruxas repreendem Amata sobre ter incluido um quarto concorrente, o cavaleiro. Ele é muggle (os contos não utilizam essa palavra, mas diz-se que não tem magia) e chama-se Sir Sinsuerte.


Quando decide abandonar o jardim, Amata pede-lhe que fique e que se junte ao grupo. No caminho até à Fonte, enfrentam-se a três desafios: o primeiro é uma monstruosa minhoca branca, gorda e cega. Exige-lhes uma "prova da sua dor". Após tentar atacar inutilmente com magia, as lágrimas de frustração de Asha finalmente satisfazem à criatura, e os quatro podem continuar o seu caminho.


A seguir, encontram-se com uma inclinada encosta que exige-lhes que paguem o "fruto dos seus trabalhos". Depois de horas e horas a trabalhar, os ânimos de Altheda aos seus amigos (o suor do seu rosto) permitem-lhe continuar.Finalmente, encontram um riacho que precisa do "tesouro do seu passado". É inútil flutuar ou nadar através dele, até que Amata usa a sua varinha para retirar as lembranças do amor que a abandonou e atira-as à água (exactamente como na Penseira!). Umas pedras para passar aparecem do rio e os quatro podem cruzar até à Fonte, onde devem decidir quem irá tomar o banho.


Asha vai-se abaixo, dorida pela sua doença. Está perto da morte. Está tão mal que não pode chegar à Fonte e pede aos seus três amigos que vão sem ela. Altheda faz rapidamente uma poção para a ressuscitar, curando-a imediatamente da sua doença, pelo que já não precisa de tomar banho na Fonte. Ao curar Asha, Altheda descobre as suas habilidades para curar e que pode ganhar dinheiro curando outras pessoas, pelo que já não precisa da Fonte. A terceira, Amata, após atirar as suas más recordações ao rio já não sente nada pelo seu antigo amor e oferece a Fonte a Sir Sinsuerte como recompensa pela sua coragem.


O cavalheiro surpreende-se pela sua própria sorte e mete-se na Fonte com a sua armadura oxidada. Ajoelha-se perante Amata e pede-lhe a sua mão e coração. Cada bruxa cumpriu o seu sonho. A primeira tem a sua doença curada. A segunda encontrou a forma de resolver a sua pobreza. Finalmente, Amata encontra um homem suficientemente bom para ela, o cavaleiro. Todos estão felizes. Mas o que os quatros não sabem é que a Fonte não tem nenhum poder! Foram eles mesmos que conseguiram curar-se e salvar-se! Nisso consiste a Fonte da Justa Fortuna.

domingo, 14 de julho de 2013

Ator Cory Monteith foi encontrado morto em hotel

Olá pessoal hoje é um dia muito triste,pois perdemos um grande ator que vai fazer falta. 
O ator canadense Cory Monteith, conhecido pela participação na série musical "Glee", foi encontrado morto no sábado num hotel na cidade de Vancouver.
"No final da tarde recebemos um telefonema a dar conta de uma aparente morte súbida num quarto do hotel Fairmont Pacific Rim Hotel. Chegámos ao local em minutos e os paramédicos confirmaram a morte", declarou o chefe da polícia, Doug LePard, citado pela CNN.
Segundo a mesma fonte, não foram encontrados índicios de crime, não adiantando mais pormenores.
A administração do hotel revelou que o jovem ator de 31 anos estava ali hospedado desde o dia 6 de julho, tendo recebido várias visitas. No entanto, nessa altura estava sozinho no quarto.
"Estamos muito tristes ao confirmar que as informações sobre a morte de Cory Monteith são verdadeiras", afirmou a agente do ator, Melissa Kates, em comunicado.
Entretanto, vários colegas do ator na série "Glee" também já lamentaram a sua morte nas redes sociais. "Não tenho palavras. O meu coração está partido", escreveu Dot-Marie Jones, que desempenha o papel de treinadora de futebol na série televisiva.
"Que perda trágica de um jovem ator tão talentoso", afirmou, por sua vez, a atriz Zooey Deschanel.
Cory Monteith era dependente de drogas desde os 13 anos, tendo feito uma primeira desintoxicação aos 19 anos. Já em abril deste ano, tinha sido internado numa nova clínica de reabilitação.  
O corpo da vítima será submetido a uma autópsia na segunda-feira, para apurar a causa da morte.  

Fonte: http://expresso.sapo.pt/ator-cory-monteith-foi-encontrado-morto-em-hotel=f820302#ixzz2Z2mLPorw


sábado, 13 de julho de 2013

O Feiticeiro e o caldeirão saltitante J.K.Rowling




Esta história começa suficientemente alegre, com um antigo assistente muito gentil, que lembra muito ao Dumbledore.
Este 'bem-amado' homem usava a sua magia principalmente para o benefício dos seus vizinhos muggles, criando poções e antídotos para eles. Chamava a isso "culinária de sorte". Certo dia, ele morre (após um longo tempo de vida) e deixa tudo para o seu único filho. Infelizmente, o filho é bem diferente do pai, egoísta.

Após a morte do pai, ele descobre o caldeirão, e nele (muito misteriosamente) há um único sapato e uma nota do seu pai: 'Tenho esperança, meu filho, de que nunca precises disto." Depois, as coisas começam a correr mal...Com raiva por não ter nada, apenas um caldeirão e completamente desinteressado com aqueles que não podem fazer magia, ele vira as costas para a cidade, e fecha as portas aos seus vizinhos.


Primeiro, chega uma anciã cuja neta está infestada de verrugas. Quando bate com a porta na sua cara, ele ouve um estrondo alto na cozinha. O caldeirão de seu pai criou um pé e ficou cheio de verrugas. Depois disso, o mago não podia aplicar nenhum feitiço nele e o caldeirão saltitante persegue-o por todos os lugares. No dia seguinte, o filho abre as portas a um velho homem que perdeu o seu burro. Sem a sua ajuda para transportar produtos à cidade, a sua família vai passar fome. O filho bate novamente com a porta na cara do velho. E então, o caldeirão recebe outra modificação: agora relincha de fome como um verdadeiro jumento. Como num verdadeiro conto de fada, o filho recebe cada vez mais visitantes, o que o leva a ver lágrimas, vómitos, até que decide dar continuidade ao seu legado. Renunciando aos modos egoístas, ele pede que todos os da cidade cheguem até ele para os ajudar.
Um a um, ele cura-lhe os seus males e ao fazê-lo, o caldeirão esvazia-se. Então, no final aparece o misterioso sapato que se encaixa perfeitamente no seu pé. Assim que o mago o põe, os dois caminham (e pulam) até um novo amanhecer.


sexta-feira, 12 de julho de 2013

Bom dia vizinho!


"Josie Ramos"

As vezes tenho vontade de sair gritando, ou simplesmente de fazer o que tenho vontade, as vezes não quero dizer bom dia para os vizinhos, não sou obrigada, (sim eu tenho o direito de ser mal-educada) não foi assim que minha mãe me educou, mais ela também não é flor que se cheire, afinal eu puxei alguém não é verdade? Não, porque o simples fato de você se levantar pela manhã sem poder comer o que quer por que está de dieta por causa da academia já não fosse o suficiente pra te deixar de mal-humor, ainda tem uma TPM pós menstruação que te deixa louca querendo arrancar os olhos de alguém (Sim, eu tenho TPM pós menstruação, não durante, mais antes e depois), você ainda tem que dizer Bom dia vizinho! 
"BOM DIA PORQUE?" o que tem de bom, aliás o que você tá fazendo de pé essa hora, não trabalha, não faz nada, fica só ai sentado na porta da sua casa cuidando da vida de quem passa na rua, o raça ruim, odeio gente que cuida da vida dos outros, mais eu ODEIO mesmo, como eu já não tivesse tias suficientes para fazer isso, pra dizer você engordou desde a última vez que te vi, ou minha nossa como seu cabelo tá acabado, eu ainda tenho que aguentar essas P*#$@ de vizinhos.
Mais enquanto não entro em um mundo paralelo onde posso fazer o que quero, continuo meu caminho com o Bom dia vizinho!

Fazendo minha história



Minha vida tem se tornado uma verdadeira aventura, por onde ando garimpo livros…livros de amor, poemas, historias fantásticas, aventuras. 
Outro dia caminhando pelo bairro da Lapa em São Paulo me perdi, e por acaso acabei encontrando uma banca de jornal que vendia livros usados, comprei cinco e paguei em três R$5,00 Reais, e nos outros dois apenas R$ 3,00 Reais, “Como vejo o mundo, de Albert Einstein" comprei na saraiva do Shopping Tamboré que é uma livraria que eu adoro, estou sempre por lá pois o ambiente é agradável e os vendedores te tratam super bem, você pode ficar lá horas e horas só escolhendo o que vai levar e nunca se cansar, lá é minha segunda casa, mais aventura mesmo é andar por ai e encontrar livros antigos, você fica imaginando sua historia, a quem pertenceu, e pode criar a sua história, adoro tudo que tem um ar de boemia e que seja um pouco retrô, me remete a um sentimento de paz, de uma época em que não vivi mais que faço parte…Amo livros.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Vamos falar de séries

Oi galera, hoje eu quero falar de duas séries que eu gosto muito, uma acompanho desde o início que é Game of Thrones e a  outra eu conheci a pouquíssimo tempo que é Doctor Who.

Game Of Thrones

  " O inverno está chegando"

Game of Thrones, se passa em Westeros, uma terra remanescente da Europa Medieval, onde as estações duram por anos ou até mesmo décadas. A história gira em torno de uma batalha entre os Sete Reinos, onde duas famílias dominantes estão lutando pelo controle do Trono de Ferro, cuja posse assegura a sobrevivência durante o inverno de 40 anos que está por vir.
Eu comecei lendo o livro que ganhei em um amigo secreto a quase três anos atrás e me apaixonei por simplesmente todos os personagens, até os que eu odiava, logo depois descobri a série, o que só me fez gostar mais ainda da série pois dava um rosto aos personagens que eu tanto gosto, o meu preferido é Tyrion Lannister "Peter Dinklage" mais não se apegue muito aos personagens porque eles podem morrer a qualquer momento.

Doctor Who

Hoje em dia Doctor Who é uma das melhores séries de ficção/drama no ar e segundo muitos, é a mais esperada para o início da temporada desse ano de 2011. É uma série que tem 48 anos e como tal, tem muita história. Eu recomendaria começar a assistir pelo 5º ano da série moderna, pós-hiato, a que introduz o 11º Doutor, sua companheira, a nova TARDIS e o novo escritor principal, Steven Moffat. Ao todo são 13 capítulos mais o especial de natal. Mas e os 47 anos anteriores da série?
Eu não assisti nenhum episódio da parte antiga da série, comecei a assistir a primeira temporada da série atual reestreado em 26 de março de 2006 com o episódio Rose, onde um novo Doutor (o 9º, interpretado por Christopher Eccleston – que muitos dizem não querer ficar marcado pelo papel e por isso saiu da série), nunca visto até então, faz sua primeira aparição após uma guerra temporal entre Daleks e Time Lords, ambas as raças se aniquilaram deixando apenas o Doutor como sobrevivente.
Eu recomendo que assistam é uma série muito divertida que rende boas risadas.

Saudades e boas lembranças


Esses são meus queridos amigos do Movimento Poético Parnaibano, Pedro Martinho"Artista e escultor", Sebastião Milagres "Poeta e escritor", Eu ali no meio" Poetisa e blogueira", Seu Waldemar" um senhor de 80 anos e Poeta apaixonado", Gerson Lopes "escritor de cordel e quilombola" costumávamos nos encontrar uma vez por mês para declamar poesia e troca de idéias, mais como tudo na vida o tempo vai passando e agendas ficando mais apertadas e o tempo mais escasso, os últimos encontros poéticos foram no meio do ano de 2012, eu continuo trabalhando na minha poesia pois é isso que amo fazer, espero um dia poder retomar os saraus, sinto saudade da reuniões, o incentivo a pessoas mais jovens a conhecer a poesia era o nosso principal foco, eu amo poesia, a conheci aos 12 anos e aos 15 escrevi meu primeiro soneto junto com meu pai e desde então não pude mais parar de escrever, acho uma pena a poesia não ser tão valorizada hoje em dia. Deixarei um poema meu aqui para vocês conhecerem um pouco de mim.

Eu era o sol


"Josielma Ramos"


Eu vou ser o sol entre a fresta ao amanhecer,
Eu vou te acordar,
Com meus beijos mornos de amor,
Vou ser o equilíbrio,
Entre o bem e o mal que te atormenta,
Vou ser a sua vontade e o seu orgulho,
Vou te levar nas nuvens,
Correr pelas poças de água da chuva,
É eu sei…
Eu achava que sabia como dançar na chuva,
Eu pensei que sabia de tudo,
Fomos tolos de pensar que nada poderia dar errado,
Mais não tivemos tempo,
De prever o que aconteceria,
Não tivemos tempo,
De dedicar o amor que mereciamos um ao outro,
Em algum ponto do caminho paramos de caminhar juntos,
As mãos dadas se desfizeram,
E nem percebemos,
Os caminhos não se cruzarão mais,
A decisão foi tomada,
Não por nós,
Mais por alguem mais malvado…
…O tempo



O que posso dizer, sou uma romântica incurável! 



quarta-feira, 10 de julho de 2013

O coração peludo do mago J.K.Rowling


Este é o mais terrorífico dos contos. Não há cenas cômicas nem viagens de aventuras, simplesmente as sombras da alma de um mago.
Tudo começa com um jovem mago rico, habilidoso e atrativo  que tem vergonha das tolices dos seus amigos quando se apaixonam. Está tão convencido de que ele não quer cair na mesma loucura que aplica as Artes das Trevas para evitar apaixonar-se algum dia. É um conto que pretende conscientizar as crianças feiticeiras sobre o uso tenebroso da magia. A sua família, que não sabe dos métodos que usou o jovem para se proteger do amor, faz troça dos seus esquivos para não conhecer uma bela jovem.

Ele cresce orgulhoso, convencido da sua inteligência e impressionado do seu poder de ser completamente indiferente aos sentimentos. O tempo passa e o feiticeiro vê os seus amigos casar e formar as suas próprias famílias, mas ainda convence-se mais da sua recusa. Quando os seus pais morrem, não fica triste mas sente-se estranhamente "abençoado" pelas suas mortes.

O jovem muda-se para a casa que herdou e leva o seu "maior tesouro" à masmorra. O mago sente-se enganado ao ouvir uma conversa entre dois criados, um sentindo pena dele e outro a fazer troça de que ainda não tenha esposa. Então decide casar com a mais bela, saudável e talentosa mulher, e transformar-se, assim, na "inveja de todos os outros". Justamente no dia a seguir conhece a bruxa que procura. Considera-a um tesouro e convence-a a acreditar que é um homem mudado. Ela sente-se fascinada e repelida, mas aceita assistir a um banquete no seu castelo. No jantar, ele corteja-a.

Ela responde que apenas gostaria dele se demonstrasse que tem um coração. Então leva-a até à masmorra, onde mostra-lhe um mágico caixão de cristal, onde jaz o seu próprio coração a bater. A bruxa fica horrorizada pela visão do coração, que tornou-se peludo ao sair do corpo e pede ao jovem que o volte a pôr. Sabendo que isso irá convencer a rapariga, o mago abre-se o peito com a varinha e coloca-se o coração. Pensando que ele poderá apaixonar-se agora, ela abraça-o e o horrível coração "perfura-se" pela beleza da sua pele e o cheiro do seu cabelo. O coração ficou estranho aos desligar-se do seu corpo por tanto tempo, e cego e perverso fica salvagem.

Nestes momentos, os convidados do banquete que estão no andar superior perguntam-se que aconteceu com eles. Passadas algumas horas e depois de procurar por todo o castelo, encontram-no na masmorra. No chão descansa a jovem, morta, com o seu peito aberto. Ajoelhado ao seu lado, está o "mago enlouquecido", acariciando e lamento o seu coração escarlata ainda brilhante e planeando trocá-lo pelo seu.

O seu coração ficou forte e nega-se a abandonar o corpo. O jovem, que jura que nunca será manipulado pelo seu coração, empunha uma daga e corta-o, fazendo-o sentir a vitória por uns momentos com o coração na mão em cada mão antes de cair ao chão e morrer.

Dezembro frio

"Josie Ramos"

Lembro-me claramente que era no frio de dezembro, a chuva havia cessado, os passos eram mais leves, a preguiça maior, lembro-me de sentar em um mar de livros com minha xícara de chá, sem saber por qual começar, lembro-me de ler um poema que me fez chorar, e ao olhar pra cima você estava ali.
As manhãs são difíceis, porque acordo e você já não está aqui, o que me consola são as palavras dos livros que leio, e o amargo gosto do café, mais quando você chega, sou feliz novamente.








O Conto dos três irmãos J.K. Rowling

Era uma vez três irmãos que caminhavam por uma estrada solitária e sinuosa ao crepúsculo, a certa altura, os irmãos chegaram a um rio demasiado fundo para passar a pé e demasiado perigoso para atravessar a nado. Contudo, esses irmãos eram exímios em artes magicas, por isso limitaram-se a agitar as varinhas e fizeram aparecer uma ponte sobre as águas traiçoeiras. Iam a meio desta quando encontraram o caminho bloqueado por uma figura encapuzada. E a Morte falou-lhes. Estava zangada por ter sido defraudada em três novas vítimas, pois normalmente os viajantes afogavam-se no rio. Mas a Morte era astuta.
Fingiu felicitar os três irmãos pela sua magia e disse que cada um deles havia ganho um prêmio por ter sido suficientemente esperto para a evitar.
E assim, o irmão mais velho, que era um homem combativo, pediu uma varinha mais poderosa que todas as que existissem: uma varinha que vencera a Morte! Portanto a Morte foi até um velho sabugueiro na margem do rio, moldou uma varinha de um ramo tombado e deu-a ao irmão mais velho.
Depois, o segundo irmão, que era um homem arrogante, decidiu que queria humilhar ainda mais a Morte e pediu o poder de trazer outros de volta da Morte. Então a Morte pegou numa pedra da margem do rio e deu-a ao segundo irmão, dizendo-lhe que a pedra teria o poder de fazer regressar os mortos.
E depois a Morte perguntou ao terceiro irmão, o mais jovem, do que gostaria ele. O irmão mais novo era o mais humilde e também o mais sensato dos irmãos, e não confiava na Morte. Por isso, pediu qualquer coisa que lhe permitisse sair daquele local sem ser seguido pela Morte. E esta, muito contrariada, entregou-lhe o seu próprio Manto de Invisibilidade. Depois a Morte afastou-se e permitiu que os três irmãos prosseguissem o seu caminho, e eles assim fizeram, falando com espanto a aventura que tinham vivido, e admirando os presentes da Morte.


A seu tempo, os irmãos separaram-se, seguindo cada um o seu destino.O primeiro irmão continuou a viajar durante uma semana ou mais e, ao chegar a uma vila distante, foi procurar um outro feiticeiro com quem tinha desavenças. Naturalmente, com a Varinha do Sabugueiro como arma, não podia deixar de vencer o duelo que se seguiu. Abandonando o inimigo morto estendido no chão, o irmão mais velho dirigiu-se a uma estalagem onde se gabou, alto e bom som, da poderosa varinha que arrancara à própria Morte, e que o tornava invencível.Nessa mesma noite, outro feiticeiro aproximou-se silenciosamente do irmão mais velho, que se achava estendido na sua cama, encharcando em vinho. O ladrão roubou a varinha e, à cautela, cortou o pescoço ao irmão mais velho.Assim a Morte levou consigo o irmão mais velho.
Entretanto, o segundo irmão viajara para sua casa, onde vivia sozinho. Aí, pegou na pedra que tinha o poder de fazer regressar os mortos, e fê-la girar três vezes na mão. Para seu espanto e satisfação, a figura da rapariga que em tempos esperava desposar, antes da sua morte prematura, apareceu imediatamente diante dele.No entanto, ela estava triste e fria, separada dele como que por um véu. Embora tivesse voltado ao mundo mortal, não pertencia verdadeiramente ali, e sofria. Por fim o segundo irmão louco de saudades não mitigadas, suicidou-se para se juntar verdadeiramente com ela. E assim a Morte levou consigo o segundo irmão.
Mas embora procurasse durante muitos anos o terceiro irmão, a Morte nunca conseguiu encontra-lo. Só ao atingir uma idade provecta é que o irmão mais novo tirou finalmente o manto de invisibilidade e deu ao seu filho. E então acolheu a Morte como uma velha amiga, e foi com ela satisfeito e, como iguais, abandonaram esta vida.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Vamos falar de séries

Two Broke Girls

Max é uma garçonete esforçada, da classe trabalhadora, que sempre está no vermelho em relação às finanças. Já Caroline é uma ex-socialite que perdeu toda a fortuna e precisa de dinheiro para viver, tornando-se garçonete na mesma lanchonete que Max. Apesar de tão diferentes, as duas jovens começam uma amizade e, juntas, pretendem lançar uma empresa para venda de cupcakes. Ao final de cada episódio, você confere o total de dinheiro guardado pelas garotas para atingir seu objetivo, minha personagem favorita sem dúvida é a Max, adoro o fato dela não ter censura em suas palavras e sempre dizer o que lhe vem a mente, além dela existem vários personagens ótimos na série como Sophie, Caroline, Han Lee, Earl e Oleg.
New Girl

A série é estrelada por Zooey Deschanel como Jessica "Jess" Day, uma garota esquisita e adorável que descobre que o namorado a traiu e por isso precisa arrumar um novo lugar para morar. Ela acaba arrumando um lugar onde moram três homens: Nick, um barman; Schmidt, um conquistador profissional, e Winston, um ex-jogador de basquete. Completam este grupo improvável a esperta amiga modelo de Jess, Cece. Juntos, os amigos tentam ajudar Jess a aprender sobre o amor, a vida e principalmente sobre si mesma, enquanto ao mesmo tempo, eles aprendem mais sobre si mesmos, sou super fã de Zooey Deschanel e de sua irmão que faz a série Bones na fox.
Bones

A série começou no ano de 2005, e conta a história de uma aliança improvável de Dra. Temperance "Bones" Brennan, equipe de antropologia forense do Instituto de Jeffersonian e do Agente especial Seeley Joseph Booth do FBI. Ao examinar os restos mortais das vítimas de assassinato, a Dra. Brennan e sua equipe fornecem conhecimentos científicos e perspectivas ao mundo da investigação criminal para o FBI. Além dos casos de assassinato apresentados em cada episódio, a série explora as origens e relacionamentos dos personagens principais, incluindo o desenvolvimento de amizade e possível romance entre Brennan e Booth. Eu adoro essa série porque é divertida e diferente daquilo que estamos acostumados a ver em séries criminais.

The Walking Dead

The Walking Dead é centrada em Rick Grimes, um oficial de polícia da pequena cidade de Cynthiana, no estado do Kentucky. Também acompanha a trajetória de sua família e uma série de outros sobreviventes que se uniram para manterem-se vivos depois que o mundo foi infestado por zumbis. Com o progresso da série, as personagens tornam-se mais desenvolvidas e suas personalidades são demonstradas sob a tensão de um apocalipse zumbi, especialmente a de Rick. Eu e minha irmã somos viciadas nessa série e esperamos ansiosamente até outubro para o lançamento da 4º temporada, pra quem não sabe a série tem dois livros publicados e a série foi inspirada nas HQ "revistas em quadrinhos".
Essas são algumas das série que eu gosto muito, futuramente postarei mais algumas que gosto muito e que tenho certeza que irão adorar também.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Ponte

"Josielma Ramos"


Ainda é cedo para mim
Lá fora a chuva caí
Estou em meio ao desespero
Não estou mais em mim.

Meu medo de cruzar a ponte
Cresce a cada instante
Mais será que é da ponte
Esse medo constante?

Sinto frios, meus pés descalços, estão gelados
E não tenho ninguém para aquecê-los
A noite escura cai, mas mesmo assim
Ainda é cedo pra mim.




O Caso dos dez negrinhos - Agatha Christie



Sinopse:

Dez pessoas são convidadas pelo misterioso U.N. Owen para passar alguns dias numa ilha perto de uma aldeia pouco movimentada. Os convidados aceitam o convite e de igual maneira embarcam num barco local para a ilha. Na primeira noite, quando todos já se conheciam razoavelmente bem e conviviam animadamente na sala, ouve-se uma voz vinda das paredes da sala, acusando cada um dos dez presentes de ter cometido um crime, crime esse que apesar de ser despropositado ou inevitavél, levou à morte de outras pessoas. O pânico instala-se e mortes inexplicáveis se sucedem, tendo por única pista uma trova infantil.
A mansão da Ilha do Negro é toda enfeitada com pinturas de homens negros em telas penduradas na parede, além de dez esculturas de negrinhos dispostas sobre a mesa, e o mais curioso, um poema que está presente em todos os quartos daquela imensa casa. O poema, muito conhecido na Inglaterra, conta a história de dez negrinhos que morrem de formas trágicas durante a história.

Dez negrinhos vão jantar enquanto não chove;
Um deles se engasgou e então ficaram nove.
Nove negrinhos sem dormir: não é biscoito!
Um deles cai no sono, e então ficaram oito.
Oito negrinhos vão a Devon de charrete;
Um não quis mais voltar, e então ficaram sete.
Sete negrinhos vão rachar lenha, mas eis
Que um deles se corta, e então ficaram seis.
Seis negrinhos de uma colméia fazem brinco;
A um pica uma abelha, e então ficaram cinco.
Cinco negrinhos no foro, a tomar os ares;
Um ali foi julgado, e então ficaram dois pares.
Quatro negrinhos no mar; a um tragou de vez
O arenque defumado, e então ficaram três.
Três negrinhos passeando no Zoo.
E depois? O urso abraçou um, e então ficaram dois.
Dois negrinhos brincando ao sol, sem medo algum;
Um deles se queimou, e então ficou só um.
Um negrinho aqui está a sós, apenas um;
Ele então se enforcou, e não ficou nenhum.”
Minha opinião:
 Li esse livro quando eu tinha entre 13  e 14 anos, e sempre o quis pra mim, ano passado passeando pelo bairro da Lapa-SP garimpei em uma banca de jornal esse exemplar e mais 3 junto com ele, paguei apenas R$ 3,00 reais nele o que me deixou muito feliz, li ele novamente e relembrei a história que me fez apaixonar pela Agatha Christie. 
Eu amo esse livro, e quem gosta de historias de crime e assassinato em série também vai adorar, a autora consegue te prender página a página querendo saber quem é o assassino, o que obviamente é difícil de decifrar tendo em vista que todos são suspeitos até que se prove ao contrario.
Devo dizer que me surpreendi com o final do livro tanto da primeira vez que li quando da segunda visto que se passaram 12 anos da primeira leitura pra segunda, eu realmente indico esse livro, você vai ler e reler e não vai se cansar.

domingo, 7 de julho de 2013

As chaves do reino,Sr. Segunda-Feira - Garth Nix

 Sinopse:

Sete dias. Sete chaves. Sete virtudes. Sete pecados.
Ninguém espera que Artur Penhaligon seja um herói. Órfão, com a saúde debilitada e sem coragem, ele sofre com o medo de que a praga que invadiu seu país leve embora sua família adotiva. Mas, quando uma estranha chave em forma de ponteiro de relógio é entregue a ele, Artur descobre que é o Herdeiro das Chaves para o Reino. Tudo o que acha que sabe – sobre seus pais, sua cidade e sua vida – está prestes a mudar. Agora que ele herdou a Chave de uma Casa estranha e perigosa, não há como voltar atrás. Ele deve reunir toda sua coragem e arriscar aquilo que ama para desvendar os segredos do mundo que descobriu e salvar o mundo que ele conhece.

Minha opinião:

Demorei pra começar a ler esse livro, o inicio achei meio chato e tedioso, mais depois de umas três ou quatro páginas você começa a se interessar pela história.
Artur descobre que não é um menino qualquer, ele é o herdeiro das Chaves do Reino, objetos mágicos de poder, e que vai ter de enfrentar situações de perigo para combater uma nova praga transmitida ao nosso mundo por criaturas malignas dos mundos inferiores, ele descobre que quando segura o ponteiro do relógio seus problemas de asma desaparecem, depois que uma praga ameaça matar todos os membros da família de Artur, ele é transportado para um outro reino, onde tudo é diferente. O tempo aqui não é igual ao que vivemos, e logo Artur se mete em apuros, e é ajudado pela simpática Suzy-azul, moradora da “Casa”, que é o reino em que Artur se encontra agora.
Artur é perseguido pelos capangas do Sr. Segunda-feira: Meio-dia de Segunda-feira e Meia-noite de Segunda-feira. Mas com a ajuda de Suzy-azul, e do Testamento mágico ‘Will’ que protege a chave, ele irá até o fim para proteger aquilo que lhe foi dado: O poder sobre os reinos.
Ainda não li o restante dos livros da série, mais espero ler em breve.

Continuações da série:

O Horrível Terça-Feira
Quarta-Feira Submersa
O Furioso Quinta-Feira
Senhorita Sexta-Feira
Sábado Supremo
Lorde Domingo.

Alucinada - Alexandre Tavares


Sinopse:

Alice Cooper e Easy Class são os atores mais badalados de Nova York desde que se formaram na faculdade, há alguns anos. Alice é o tipo de mulher cuja á vida é um sonho, um conjunto ostensivo de beleza, emprego ideal e namorado perfeito; só que em uma dessas noites de trabalho, Jake Moor – namorado de Alice – simplesmente é encontrado morto, nesse momento ela sente como se estivesse perdendo tudo. Manchetes anunciam o desaparecimento social de Alice, mas um ano depois ela volta para Nova York, encorajando-se a enfrentar os holofotes outra vez, o problema em tudo isso é que Jake ainda está por toda parte – na mente de Alice. As coisas mudam com sua volta; a relação com Easy começa a esquentar, mas ainda tem a Jenna, que sempre foi uma pedra no sapato, insistindo manter esse triangulo amoroso mesmo tendo um noivo aparentemente ideal. Como se não bastasse, uma noite que todos desejaram esquecer volta à tona quando a polícia anuncia o assassinato de Haiden Witches, agora além de manter seus empregos, eles estão com a liberdade comprometida! Quem matou Jake Moor? E por quê? E Aquela noite? O que realmente aconteceu entre Haiden e Alice? E Quando essas alucinações vão parar?

Minha opinião:

Tenho uma amigo que trabalha em uma livraria e sempre me indica livros, um dia entrei e estava na dúvida sobre que livro comprar, ele me disse que tinha chegado os livros de um amigo dele e que eu deveria ler, conclusão naquele dia peguei um ônibus e fiquei duas horas no trânsito o que me fez ler metade do livro, no dia seguinte terminei de ler, uma leitura que nos  prende e surpreende.
Um livro bom e de leitura fácil que te faz querer continuação, é uma história cheia de intrigas e mistérios, personagens com personalidades marcantes e que chamam a atenção, aconselho que ao ler prestem atenção aos detalhes pois na trama ocorrem dois assassinatos em que todos são suspeitos,  tem um enredo realmente surpreendente pois cada vez que você pensa em um culpado fica mais distante do verdadeiro, não vou dar muitos detalhes para não encher de Spoilers, mais super indico a leitura desse livro.

O autor está escrevendo seu segundo livro "Insensibilidade" o qual aguardo o lançamento ansiosamente se quiserem ler o primeiro capitulo aqui está o site do autor: http://alexandretavares.wix.com/atavares

Alexandre Tavares